Considero uma questão delicada. Todos os dias acabo assistindo um programa policial onde aparecem as mais diversas atrocidades imaginaveis: estupros, homicídios, abusos, assaltos e outras mais horripilantes que a anterior. Esse estado de medo gerado por tal horror leva muitas vezes as pessoas desejarem a segurança que a pena de morte trás.
Aqui no Brasil, a pena de morte não existe, e muitas pessoas (no ápice do medo, sensação de impotência e da indignação com a ineficiência da justiça em condenar criminosos) acreditam que matar se torna a medida definitiva.
Mas quem somos nos para decidimos quem merece viver e quem merece morrer? Que tipo de sociedade somos ao simplesmente matar a nos mesmos? Isso não trás segurança, trás medo.
Sou a favor, por exemplo, da eutanásia (quando consentida pelo paciente ou familiares mais próximos) e do aborto (com severas restrições, todavia), mas fico no muro quando o caso se trata de matar um ser humano como pena a um crime.
Não acho que exita uma "regra geral", cada historia eh unica e por isso, merece ser tratada como tal, as vezes nos piores lugares nascem as mais belas flores.
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ResponderEliminarConsidero uma questão delicada. Todos os dias acabo assistindo um programa policial onde aparecem as mais diversas atrocidades imaginaveis: estupros, homicídios, abusos, assaltos e outras mais horripilantes que a anterior. Esse estado de medo gerado por tal horror leva muitas vezes as pessoas desejarem a segurança que a pena de morte trás.
ResponderEliminarAqui no Brasil, a pena de morte não existe, e muitas pessoas (no ápice do medo, sensação de impotência e da indignação com a ineficiência da justiça em condenar criminosos) acreditam que matar se torna a medida definitiva.
Mas quem somos nos para decidimos quem merece viver e quem merece morrer? Que tipo de sociedade somos ao simplesmente matar a nos mesmos? Isso não trás segurança, trás medo.
Sou a favor, por exemplo, da eutanásia (quando consentida pelo paciente ou familiares mais próximos) e do aborto (com severas restrições, todavia), mas fico no muro quando o caso se trata de matar um ser humano como pena a um crime.
Não acho que exita uma "regra geral", cada historia eh unica e por isso, merece ser tratada como tal, as vezes nos piores lugares nascem as mais belas flores.